O governador Orlando Pessuti foi homenageado nesta quarta-feira (19), em Curitiba, pelo Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Ele foi o primeiro extensionista da instituição a assumir o Governo do Estado. Além do governador, outros profissionais que se destacaram foram lembrados pelo instituto, que completa 54 anos de extensão rural no Paraná.
Pessuti enfatizou a importância do trabalho da Emater para o desenvolvimento da agricultura no Paraná. “O instituto teve uma contribuição decisiva para que pudéssemos transferir aos agricultores do Paraná um conjunto de informações e tecnologias que possibilitassem esta agricultura e pecuária exemplar que temos hoje. Temos um alto índice de produtividade e o melhor sistema cooperativista de nosso país”, ressaltou.
“Sinto-me honrado em fazer parte desta grande escola que é a Emater. Em 1979, quando ingressei, pude acompanhar de perto as necessidades dos agricultores. A partir daí ingressei na carreira política, que foi a melhor maneira que encontrei de ajudar no desenvolvimento da agricultura. Em toda minha trajetória nunca me afastei de minhas convicções de trabalhar para o aprimoramento da extensão rural”, destacou Pessuti.
Formado em Medicina Veterinária, Pessuti foi contratado pela Emater em 8 de agosto de 1979 para trabalhar na região de Ivaiporã. Em 1982 tirou licença sem vencimento - de 1 de abril a 31 de agosto, para fazer a campanha política que o elegeu pela primeira vez deputado estadual.
Receberam homenagens como destaque no setor empresarial o presidente da Coamo, José Aroldo Galassini, extensionista no período de 1968 a 1972, e o presidente da Ocepar, João Paulo Koslowski, extensionista no período de 1973 a 2008. No setor público a homenagem foi para o pró-reitor de Extensão e Cultura da Unicentro, e extensionista entre 1978 e 2004, Jorge Luiz Fávaro.
“Pessuti tem um compromisso histórico com a agricultura do Paraná, sempre esteve ao lado da Emater. Ao longo dos últimos anos, ele participou da criação de vários programas voltados ao social e a agricultura. Destaque para o programa Leite das Crianças, que é uma luta dele desde a época de deputado. Este projeto é um dos mais completos, por trabalha com a produção, consumo e com o lado social”, afirmou diretor-presidente da Emater, Arnaldo Bandeira.
54 ANOS - De acordo com Bandeira, desde o inicio da instituição passaram pela Emater 8 mil extensionistas rurais em seu quadro de funcionários. Para o diretor-presidente, a área está em ascensão. “Trata-se de um momento de reconstrução e fortalecimento deste serviço tão importante para a agricultura. Passamos pela década de 1990 esquecidos. Nos anos 2000 o serviço foi restabelecido e surgiram importantes programas de desenvolvimento da agricultura, como o Trator Solidário e o Leite das Crianças”, explicou.
Bandeira ressaltou a importância de políticas públicas orientadas para a agricultura familiar. “No governo Requião-Pessuti, em 2003, foram retomados os investimentos na área da agricultura. As ações foram voltadas para o centro expandido, para o fortalecimento de programas de apoio a pequena agricultura. Esta visão do governo estadual de fortalecer a nação tem sido fundamental para o desenvolvimento do Paraná”, afirmou.
“O Paraná foi desbravado pela Emater. A atividade agrícola assistencial pela extensão rural ganhou força na década de 1970, com o trabalho da Emater. Devemos muito aos profissionais que por meio de seu apoio técnico ajudaram a desenvolver o Paraná”, afirmou o secretário da Agricultura, Erikson Chandoha.
A Emater oferece assistência técnica e orientação aos agricultores, desde o processo de produção, qualificação da produção, industrialização, agregação de valor e organização dos agricultores. “Políticas públicas aliadas à orientação técnica criam as condições técnicas favoráveis ao processo de desenvolvimento”, disse Chandoha.
O secretário destacou os bons resultados da assistência rural. “A agricultura rural depende do governo, ela deve ser assistida diuturnamente. Nas décadas de 1970 não existiam políticas públicas voltadas a esta área. Hoje estamos recuperando o tempo perdido. Hoje vemos jovens retornando ao campo, graças as oportunidades de trabalho, novas escolas, universidades, que garantem uma vida de qualidade”, frisou.
PUBLICAÇÃO - A Emater lançou, durante o evento, duas publicações: “Emater em Revista”, dirigida a formadores de opinião da agricultura e parceiros da extensão rural; e o segundo volume do livro “Estratégias Metodológicas da Extensão Rural do Paraná”.
“A Emater também é uma política pública de assistência técnica, essencial ao desenvolvimento do meio rural. Vivemos um momento em que se pensava que a presença do estado não era importante no processo de desenvolvimento, era um pensamento neoliberal que desarticulava este processo. O governo Requião-Pessuti retomou a presença do estado como um articulador do desenvolvimento. Esta é a ideia de nossa divulgação”, ressaltou o diretor-presidente da Emater.
A revista foi criada em parceria com um jornal de Maringá. O editor chefe é o jornalista da Emater, Sérgio Schmitt, e as matérias são assinadas por diversos jornalistas, de várias regiões do Estado, expressando a diversidade dos temas. Já o livro é resultado do extenso trabalho de uma equipe de técnicos da Emater e apresenta 23 relatos de quem participa concretamente da vida das comunidades.
Seab
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Uso de bactérias no solo aumenta colheitas em mais de 50%, diz ONU
Estudos foram realizados em plantações de soja sem fertilizantes do Quênia
O Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente (Pnuma) anunciou que é possível aumentar em mais de 50% a produtividade das lavouras sem recorrer ao uso de fertilizantes.
A descoberta foi anunciada na última terça-feira, dia 18, durante a abertura de uma conferência no Centro Agroflorestal Mundial em Nairóbi, no Quênia. O encontro discute como os microorganismos trabalham no solo e como eles podem ser utilizados.
O projeto internacional de pesquisa intitulado 'Manejo Sustentável da Biodiversidade Subterrânea' observou a relação entre os microorganismos presentes no solo e a produtividade das plantações.
Estudos realizados no Quênia indicaram que o uso de alguns tipos de bactérias no solo das plantações de soja aumentou a lucratividade das lavouras entre 40% e 60%, sem o uso de fertilizantes.
Quando microorganismos foram usados em plantações, com o auxílio de fertilizantes orgânicos, as colheitas dobraram. Neste cenário, os custos caíram e a lucratividade das lavouras aumentou. Os microorganismos ajudam ainda no melhor aproveitamento da água e dos nutrientes.
Segundo o Pnuma, outra descoberta importante é que, em alguns casos, as bactérias ajudaram a combater doenças nas lavouras, diminuindo a necessidade de pesticidas.
O projeto internacional de pesquisa sobre a biodiversidade subterrânea deverá durar oito anos e conta com o apoio de cientistas do Brasil, Costa do Marfim, Índia, Indonésia, México e Uganda. O Pnuma fornece suporte na implementação do projeto.
Canal Rural
O Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente (Pnuma) anunciou que é possível aumentar em mais de 50% a produtividade das lavouras sem recorrer ao uso de fertilizantes.
A descoberta foi anunciada na última terça-feira, dia 18, durante a abertura de uma conferência no Centro Agroflorestal Mundial em Nairóbi, no Quênia. O encontro discute como os microorganismos trabalham no solo e como eles podem ser utilizados.
O projeto internacional de pesquisa intitulado 'Manejo Sustentável da Biodiversidade Subterrânea' observou a relação entre os microorganismos presentes no solo e a produtividade das plantações.
Estudos realizados no Quênia indicaram que o uso de alguns tipos de bactérias no solo das plantações de soja aumentou a lucratividade das lavouras entre 40% e 60%, sem o uso de fertilizantes.
Quando microorganismos foram usados em plantações, com o auxílio de fertilizantes orgânicos, as colheitas dobraram. Neste cenário, os custos caíram e a lucratividade das lavouras aumentou. Os microorganismos ajudam ainda no melhor aproveitamento da água e dos nutrientes.
Segundo o Pnuma, outra descoberta importante é que, em alguns casos, as bactérias ajudaram a combater doenças nas lavouras, diminuindo a necessidade de pesticidas.
O projeto internacional de pesquisa sobre a biodiversidade subterrânea deverá durar oito anos e conta com o apoio de cientistas do Brasil, Costa do Marfim, Índia, Indonésia, México e Uganda. O Pnuma fornece suporte na implementação do projeto.
Canal Rural
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Amarelão diagnosticado
Pesquisadores da Embrapa desenvolveram um equipamento que pode revolucionar o diagnóstico do amarelão, uma das piores pragas da citricultura. Já é possível identificar a doença antes mesmo que a planta dê sinais de contaminação.
Em três segundos já sai o resultado. Basta passar o laser em uma folha. Ele identifica alterações químicas que são comparadas em um banco de dados. “Esse programa aplica alguns critérios matemáticos sobre os espectros e determina a qual categoria pertencem”, explicou André Venâncio, físico da Embrapa.
No computador estão informações sobre quatro variedades de citros e o comportamento delas com ou sem a doença. “Similar aos seres humanos, as plantas, uma vez infectadas, passam por transformações químicas. O que fazemos é justamente com o laser medir essa transformação química pela qual a planta passa. Isso serve como ferramenta de diagnóstico”, falou Débora Milori, física da Embrapa.
A doença é silenciosa. As plantas contaminadas podem demorar até dois anos para apresentar os sintomas. Mesmo com o aspecto saudável, os pés já estão espalhando prejuízos. Por isso, ganhar tempo no diagnóstico diminui as perdas.
A rapidez é a vantagem do sistema. Do primeiro mês de contaminação a verificação pode ser feita com acerto de 90%. Hoje, o controle é visual. É feito por inspetores que vão aos pomares, identificam se os frutos estão deformados e as folhas amareladas. A erradicação do pé é a única forma de combate.
O Fundo de Defesa da Citricultura estima que metade das plantas doentes seja mantida no campo por falhas na inspeção. O amarelão é causado por uma bactéria transmitida pelo inseto psilídeo. A doença chegou ao país em 2004. O último balanço apresentado pela Defesa Agropecuária mostrou avanço de 50% do número de plantas erradicadas no segundo semestre do ano passado em relação ao primeiro. Por ano, o prejuízo para o setor é estimado em R$ 50 milhões.
O equipamento ainda será testado em campo. A experiência será em maio, numa fazenda da região central do Estado de São Paulo.
Globo Rural (versão online)
Em três segundos já sai o resultado. Basta passar o laser em uma folha. Ele identifica alterações químicas que são comparadas em um banco de dados. “Esse programa aplica alguns critérios matemáticos sobre os espectros e determina a qual categoria pertencem”, explicou André Venâncio, físico da Embrapa.
No computador estão informações sobre quatro variedades de citros e o comportamento delas com ou sem a doença. “Similar aos seres humanos, as plantas, uma vez infectadas, passam por transformações químicas. O que fazemos é justamente com o laser medir essa transformação química pela qual a planta passa. Isso serve como ferramenta de diagnóstico”, falou Débora Milori, física da Embrapa.
A doença é silenciosa. As plantas contaminadas podem demorar até dois anos para apresentar os sintomas. Mesmo com o aspecto saudável, os pés já estão espalhando prejuízos. Por isso, ganhar tempo no diagnóstico diminui as perdas.
A rapidez é a vantagem do sistema. Do primeiro mês de contaminação a verificação pode ser feita com acerto de 90%. Hoje, o controle é visual. É feito por inspetores que vão aos pomares, identificam se os frutos estão deformados e as folhas amareladas. A erradicação do pé é a única forma de combate.
O Fundo de Defesa da Citricultura estima que metade das plantas doentes seja mantida no campo por falhas na inspeção. O amarelão é causado por uma bactéria transmitida pelo inseto psilídeo. A doença chegou ao país em 2004. O último balanço apresentado pela Defesa Agropecuária mostrou avanço de 50% do número de plantas erradicadas no segundo semestre do ano passado em relação ao primeiro. Por ano, o prejuízo para o setor é estimado em R$ 50 milhões.
O equipamento ainda será testado em campo. A experiência será em maio, numa fazenda da região central do Estado de São Paulo.
Globo Rural (versão online)
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Peru consolida-se como o primeiro exportador de banana orgânica
Com uma produção durante todo o ano, a região de Piura (Peru) se consolida como grande fornecedor mundial de banana orgânica. Dante Moreno, presidente da Associação dos Produtores de Bananas em Pequena Escala (APPBOSA) destaca que a área de produção chega a 5.000 hectares e está crescendo ano a ano.
O interesse particular no setor da banana orgânica baseia-se no preço. As bananas convencionais chegam a US$ 2,00 a caixa e as orgânicas poderia buscar um preço de US$ 4,00 a caixa ou superior.A produção semanal no Valle del Chaira pode chegar a até 80 contêineres.
Concorrência
Talvez, o Equador poderia ser um grande concorrente, mas a concentração de bananas convencionais deixa o país para trás. A República Dominicana tem sido amplamente reconhecida sobre a produção orgânica, mas as condições climáticas têm afetado a sua produção. As condições na República Dominicana melhoraram os
benefícios
para as exportações do
Peru
desde o aumento de seus preços entre 10 e 15%.
Estatística
- 85% das exportações peruanas são de orgânicas.
- As receitas foram de 52,3 milhões de dólares em 2009 (um aumento de 14,8% relativamente a 2008)
- Volume total aumentou 6,7%, para os E.U.A, o aumento foi de cerca de 20%.
Site E-Campo
O interesse particular no setor da banana orgânica baseia-se no preço. As bananas convencionais chegam a US$ 2,00 a caixa e as orgânicas poderia buscar um preço de US$ 4,00 a caixa ou superior.A produção semanal no Valle del Chaira pode chegar a até 80 contêineres.
Concorrência
Talvez, o Equador poderia ser um grande concorrente, mas a concentração de bananas convencionais deixa o país para trás. A República Dominicana tem sido amplamente reconhecida sobre a produção orgânica, mas as condições climáticas têm afetado a sua produção. As condições na República Dominicana melhoraram os
benefícios
para as exportações do
Peru
desde o aumento de seus preços entre 10 e 15%.
Estatística
- 85% das exportações peruanas são de orgânicas.
- As receitas foram de 52,3 milhões de dólares em 2009 (um aumento de 14,8% relativamente a 2008)
- Volume total aumentou 6,7%, para os E.U.A, o aumento foi de cerca de 20%.
Site E-Campo
terça-feira, 20 de abril de 2010
Redes de Referência adota sistema de downloads
Visando a rapidez no compartilhamento de arquivos, as Redes de Referências adotaram um sistema de comunicação rápido e eficaz.
Documentos, áudios e fotos serão postados na conta das Redes, no site Four Shared (www.4shared.com). Os endereços eletrônicos serão disponibilizados no blog na tag "Links Interessantes". Estão disponíveis os questionários de Diagnósticos, Pecuária Leiteira, Sericicultura, Suinocultura, Piscicultura, Uva, Laranja, Banana, Abacaxi, Maracujá, Ameixa, Acerola, Figo e Goiaba.
Renata Santos
Bolsista na Área de Comunicação Social (Jornalismo)
Programa Universidade Sem Fronteiras / Seti / IAPAR
Telefone: 43 3376 2249
E-mail: comunicacaoredes@iapar.br
Documentos, áudios e fotos serão postados na conta das Redes, no site Four Shared (www.4shared.com). Os endereços eletrônicos serão disponibilizados no blog na tag "Links Interessantes". Estão disponíveis os questionários de Diagnósticos, Pecuária Leiteira, Sericicultura, Suinocultura, Piscicultura, Uva, Laranja, Banana, Abacaxi, Maracujá, Ameixa, Acerola, Figo e Goiaba.
Renata Santos
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Capacitação sobre metodologia das Redes de Referências é realizada em Londrina

O curso teve carga horária de 32 h e contou com 25 participantes
Terminou ao final da manhã dessa sexta-feira, o curso básico sobre a metodologia de implantação e operacionalização das Redes de Referências para a Agricultura Familiar , realizado pelo Iapar e Instituto Emater. O intuito da capacitação foi iniciar extensionistas das novas equipes, bolsistas do Programa Universidade Sem Fronteiras/SETI e pesquisadores recém ingressos na dinâmica do trabalho das Redes.
As atividades tiveram inicio na segunda – feira com 25 participantes. A programação abordou “conceitos e ferramentas do enfoque sistêmico”, “os aspectos práticos e operacionais de diagnóstico” e “os aspectos teóricos e operacionais de planejamento”.ministrados pelos pesquisadores do Programa Sistemas de Produção (PSP) do IAPAR, Dimas Soares Junior, Marcio Miranda e Rafael Fuentes Llanillo.
O curso tem como objetivo oferecer aos participantes o contato direto com a metodologia de trabalho, permitindo a compreensão dos conceitos e das técnicas apresentadas. Segundo o coordenador estadual das Redes no EMATER, Sergio Luiz Carneiro, a oferta da capacitação nesse momento se mostrou oportuna diante da reorganização do trabalho em algumas mesorregiões do estado, com a substutuição de técnicos em algumas situações e a entrada de novos profissionais em regiões nas quais o trabalho se amplia.
No último dia da capacitação foi realizada a avaliação e discussão dos exercícios de planejamento realizados pelos participantes em quatro unidades produtivas da Comunidas Akolá, município de Londrina, a avaliação, encaminhamento e aspectos gerais do trabalho desenvolvido durante a semana.
As Redes de Referência para a Agricultura Familiar foram implementadas no Paraná, em 1998 e contam com o apoio do Programa Universidade Sem Fronteiras, da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e do CNPQ.
Renata Santos
Bolsista na Área de Comunicação Social (Jornalismo)
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Foto: Participantes visitam agricultores para atividades práticas durante o curso de metodologia das Redes.
Crédito: Dimas Soares Júnior
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Cursos
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Curso Básico de Metodologia das Redes começa hoje

As Redes de Referência em parceria com o Governo do Estado, o Seab, a Emater e o Iapar, oferecem curso básico da metodologia de pesquisa e desenvolvmento (P&D), no CDT (Sede do Iapar).
A capacitação começa hoje, vai até sexta-feira e prevê análise de informações, contato com as regiões de trabalho, apresentação dos métodos de tipificação rural, escolha de sistemas de produção, exercícios e trocas de experiências.
O curso básico de metodologia das Redes vai atender 30 profissionais, entre extensionistas das novas equipes da Emater (Paranavaí, Campo Mourão, Londrina, Norte-pioneiro e Centro-Sul e pesquisadores recém ingressados do Iapar, participantes ou com potencial para as Redes.
Renata Santos
Bolsista da Área de Comunicação Social
Programa Universidade Sem Fronteiras / Seti / Iapar
Telefone 43 3376 - 2249
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