Confira um trecho da entrevista do coordenador das Redes no IAPAR, Rafael Fuentes, sobre a importância desse treinamento para os novos bolsistas das Redes de Referências para Agricultura Familiar.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Novos Bolsistas participam de treinamento das Redes em Londrina
A equipe das Redes de Referências para Agricultura Familiar organizou, na última quinta-feira (16), um treinamento para os novos bolsistas ingressantes nas Redes neste mês de abril. Participaram do treinamento 30 profissionais, entre graduandos e recém formados em diversas áreas, que atuarão diretamente nas atividades das Redes em todo o Paraná durante os próximos 21 meses. Se você participou dos Seminário e treinamento, responda nossa enquete ao lado. Se quiser baixar as fotos do pessoal, clique aqui.
Abraços
Victor Lopes
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Comissão de Agricultura vai realizar audiências públicas no interior para debater o Código Florestal e o Sisleg

Postagem a pedido de Dimas Soares Junior
Para ouvir os agricultores de diversas regiões do estado sobre a adequação às exigências do Código Florestal e sobre o vencimento do prazo dado para a recuperação de pelo menos a metade da reserva legal, que expira no final deste ano, a presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa do Paraná, deputada estadual Luciana Rafagnin (PT), está propondo a realização de audiências públicas regionais com a finalidade de discutir o assunto. Luciana vai colocar a ideia na pauta da próxima reunião da Comissão, que acontecerá na terça-feira, dia 7, às 11h, na Sala das Comissões da Casa, em Curitiba.
Em contato com as organizações da agricultura familiar e com representantes dos territórios, a deputada já fechou duas sugestões de datas: a primeira audiência está prevista para acontecer no dia 24 de abril, em Prudentópolis, e a segunda em Francisco Beltrão, no dia 30. Outras regiões que já manifestaram interesse em realizar essas audiências públicas são: Centro, Oeste, Sul, Norte, Noroeste e Vale do Ribeira.“Todos somos defensores da preservação dos recursos naturais e os agricultores familiares especialmente, porque tiram da natureza o seu sustento. Mas há uma série de questionamentos ainda por parte dos agricultores que podem ser respondidos pelas autoridades competentes e, dessa forma, pretendemos uniformizar as informações”, disse Luciana. A deputada conversou esta semana também com o coordenador estadual do Sisleg, o engenheiro florestal Luiz Renato Martini, do IAP, que será parceiro da Comissão de Agricultura nesse processo. Martini informou que das mais de 400 mil propriedades rurais existentes no Paraná, apenas 93 mil já estão cadastradas no Sisleg, ou seja, já procederam a averbação da reserva legal em cartório.
“Diversas lideranças dos sindicatos de trabalhadores rurais têm manifestado preocupação com o vencimento do prazo em dezembro e com relação à viabilidade econômica e social das pequenas propriedades rurais”, disse Luciana. “Queremos ter um retrato mais fiel possível das diferentes situações vividas pelos produtores paranaenses para buscarmos soluções”, finalizou.
Jornalista: Thea Tavares (MTb 3207/PR) – (41) 9658-7588
Para ouvir os agricultores de diversas regiões do estado sobre a adequação às exigências do Código Florestal e sobre o vencimento do prazo dado para a recuperação de pelo menos a metade da reserva legal, que expira no final deste ano, a presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa do Paraná, deputada estadual Luciana Rafagnin (PT), está propondo a realização de audiências públicas regionais com a finalidade de discutir o assunto. Luciana vai colocar a ideia na pauta da próxima reunião da Comissão, que acontecerá na terça-feira, dia 7, às 11h, na Sala das Comissões da Casa, em Curitiba.
Em contato com as organizações da agricultura familiar e com representantes dos territórios, a deputada já fechou duas sugestões de datas: a primeira audiência está prevista para acontecer no dia 24 de abril, em Prudentópolis, e a segunda em Francisco Beltrão, no dia 30. Outras regiões que já manifestaram interesse em realizar essas audiências públicas são: Centro, Oeste, Sul, Norte, Noroeste e Vale do Ribeira.“Todos somos defensores da preservação dos recursos naturais e os agricultores familiares especialmente, porque tiram da natureza o seu sustento. Mas há uma série de questionamentos ainda por parte dos agricultores que podem ser respondidos pelas autoridades competentes e, dessa forma, pretendemos uniformizar as informações”, disse Luciana. A deputada conversou esta semana também com o coordenador estadual do Sisleg, o engenheiro florestal Luiz Renato Martini, do IAP, que será parceiro da Comissão de Agricultura nesse processo. Martini informou que das mais de 400 mil propriedades rurais existentes no Paraná, apenas 93 mil já estão cadastradas no Sisleg, ou seja, já procederam a averbação da reserva legal em cartório.
“Diversas lideranças dos sindicatos de trabalhadores rurais têm manifestado preocupação com o vencimento do prazo em dezembro e com relação à viabilidade econômica e social das pequenas propriedades rurais”, disse Luciana. “Queremos ter um retrato mais fiel possível das diferentes situações vividas pelos produtores paranaenses para buscarmos soluções”, finalizou.
Jornalista: Thea Tavares (MTb 3207/PR) – (41) 9658-7588
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Lei Ambiental
Curso de capacitação em gestão e controle da qualidade do leite

A todos os interessados, as inscrições para o curso de capacitação em gestão e controle da qualidade do leite estão abertas até dia 3 de julho. Mais informações na matéria abaixo.
Capacitar técnicos para atuar nas propriedades rurais e indústrias que atendem o programa Leite das Crianças é o objetivo do curso de capacitação em gestão e controle da qualidade do leite. Ofertado pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o curso conta com a colaboração da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e da Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (APCBRH), e estão sendo ofertados em quatro cidades do Paraná: Curitiba, Cascavel, Guarapuava e Londrina. A regionalização dos cursos visa facilitar e baratear a participação dos técnicos das diferentes regiões do Estado.
Segundo informações da Seab, cada curso será composto por seis módulos, com 95 horas de aulas teóricas e práticas e 25 horas para atividades complementares para a apresentação do relatório técnico, onde os alunos deverão acompanhar um produtor que fornece o leite para o programa.De acordo com o médico veterinário da coordenadoria de planejamento e gestão estratégica para cadeia produtiva do leite, Francisco Perez Júnior, os módulos abordam, além de questões relacionadas à gestão, controle de enfermidades, prevenção e erradicação de doenças como brucelose e tuberculose, que o governo espera erradicar do estado a um médio prazo. "Os módulos vão orientar os técnicos como obter uma melhor qualidade do animal e do produto. Com isso, esperamos que haja um aumento da produtividade dos rebanhos leiteiros que atendem a esse programa do governo do Estado", comenta.Para o médico veterinário, a preocupação em manter sempre a qualidade do produto deve nortear o trabalho dos técnicos. "Nós temos falado muito sobre a questão da segurança alimentar. Assim que o leite sai do animal, ele tende a piorar. Trabalhamos então para que todo o processo do leite mantenha o máximo possível de sua qualidade e cuidamos ainda para que os bovinos leiteiros sempre tenham saúde. Se o animal estiver doente, vai gerar um leite ruim, o que significa que os seus derivados não terão uma boa qualidade. Como esses produtos serão consumidos por crianças, a preocupação é ainda maior", enfatiza.
O público alvo é voltado para técnicos com ensino médio, contudo, segundo Perez Júnior, pessoas com curso superior têm se interessado em cursa-lo. "A maioria dos alunos tem formação técnicas, mas temos turmas em que há médicos veterinários, agrônomos, zootecnistas e biólogos. Isso demonstra a qualidade do curso e ficamos satisfeitos com essa procura, que tem sido grande", conclui.
Para mais informações sobre o curso de capacitação em gestão e controle de qualidade do leite, o e-mail para contato é uhlig@seab.pr.gov.br ou osmarb@seab.pr.gov.br. O curso é gratuito, porém o deslocamento, alojamento e alimentação são de responsabilidade do participante.
Segundo informações da Seab, cada curso será composto por seis módulos, com 95 horas de aulas teóricas e práticas e 25 horas para atividades complementares para a apresentação do relatório técnico, onde os alunos deverão acompanhar um produtor que fornece o leite para o programa.De acordo com o médico veterinário da coordenadoria de planejamento e gestão estratégica para cadeia produtiva do leite, Francisco Perez Júnior, os módulos abordam, além de questões relacionadas à gestão, controle de enfermidades, prevenção e erradicação de doenças como brucelose e tuberculose, que o governo espera erradicar do estado a um médio prazo. "Os módulos vão orientar os técnicos como obter uma melhor qualidade do animal e do produto. Com isso, esperamos que haja um aumento da produtividade dos rebanhos leiteiros que atendem a esse programa do governo do Estado", comenta.Para o médico veterinário, a preocupação em manter sempre a qualidade do produto deve nortear o trabalho dos técnicos. "Nós temos falado muito sobre a questão da segurança alimentar. Assim que o leite sai do animal, ele tende a piorar. Trabalhamos então para que todo o processo do leite mantenha o máximo possível de sua qualidade e cuidamos ainda para que os bovinos leiteiros sempre tenham saúde. Se o animal estiver doente, vai gerar um leite ruim, o que significa que os seus derivados não terão uma boa qualidade. Como esses produtos serão consumidos por crianças, a preocupação é ainda maior", enfatiza.
O público alvo é voltado para técnicos com ensino médio, contudo, segundo Perez Júnior, pessoas com curso superior têm se interessado em cursa-lo. "A maioria dos alunos tem formação técnicas, mas temos turmas em que há médicos veterinários, agrônomos, zootecnistas e biólogos. Isso demonstra a qualidade do curso e ficamos satisfeitos com essa procura, que tem sido grande", conclui.
Para mais informações sobre o curso de capacitação em gestão e controle de qualidade do leite, o e-mail para contato é uhlig@seab.pr.gov.br ou osmarb@seab.pr.gov.br. O curso é gratuito, porém o deslocamento, alojamento e alimentação são de responsabilidade do participante.
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terça-feira, 24 de março de 2009
Tabela de Atualização do CONTAGRI
Para toda equipe de trabalho das Redes.
Estão sendo enviadas hoje (24/03) a tabela de atualização do CONTAGRI. Atualize quando possível em sua máquina.Qualquer dúvida, entre em contato com o Comitê Gestor. Abaixo, segue o link para baixar o pacote de atualizações:
http://www.easy-share.com/1904169900/Códigos de atualização CONTAGRI.ZIP
Obrigado
Att
Rafael Fuentes
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CONTAGRI
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Aberta consulta pública para a escolha do Selo dos Produtos Orgânicos no Brasil
Foi aberta a consulta pública para a escolha do Selo dos Produtos Orgânicos em nosso país.
Esse selo passará a estar presente em todos os produtos orgânicos em que a avaliação da conformidade tenha sido realizada por organismos credenciados junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a partir de 2010.
No site do Ministério da Agricultura, você poderá escolher o selo que passará a identificar todos os produtos orgânicos brasileiros inseridos no Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica. Este mostrado na imagem é uma das opções!
A votação vai até 19 de março. Vote e incentive outras pessoas a votar.
Clique aqui e vote em um dos selos dos orgânicos!
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Sistemas Agroecológicos
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Brasil é terceiro maior país com áreas destinadas à plantação de orgânicos

O Brasil é o terceiro maior país com áreas destinadas à plantação de orgânicos: 1,8 milhões de hectares. A informação é da Federação Internacional de Movimentos de Agricultura Orgânica International. A pesquisa foi divulgada pelos organizadores da BioFach 2009, aberta nessa quarta, dia 18, em Nurenberg, na Alemanha, e considerada a mais importante feira de produtos orgânicos do mundo
Em termos de área cultivada com orgânicos, o Brasil só perde para a Austrália (12 milhões de hectares) e para a Argentina (2,8 milhões de hectares). Para Ming Liu, coordenador executivo do Organics Brasil, programa criado para promover produtos orgânicos brasileiros no mercado internacional, o resultado da pesquisa é positivo pois o país começa a ser visto como mais que um fornecedor de matéria-prima.
A Organics Brasil levou para a feira 32 empresas de produtos orgânicos da área de cosméticos e alimentos de estados como São Paulo, Paraíba, Rio de Janeiro, Ceará e Paraná. Este é o quarto ano que o país participa do encontro.
Ming Liu ressalta que a participação brasileira no encontro é uma forma de mostrar para o mundo o que o país produz na área. "É a imagem do país no centro do comércio de produtos orgânicos, nessa feira que lança tendências no mundo inteiro", avaliou.
Para Liu, a BioFach, que reúne cerca de 120 países até o próximo domingo, dia 22, é uma boa oportunidade de fechar negócios e de saber como o setor está enxergando a atual crise mundial.
- As empresas que estão aqui estão procurando fechar negócios. No ano passado, nós fechamos negócios da ordem de U$30 milhões de dólares. A nossa expectativa este ano era uma incógnita, mas, se for considerar que pouco mudou, acho que a gente consegue repetir o resultado de 2008.
A Organics Brasil foi criada em 2005 por meio de uma parceria entre a organização não-governamental paraense Instituto de Promoção do Desenvolvimento (IPD), a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Desenvolvimento (Apex-Brasil) e Federação das Indústrias do Paraná. Hoje, o programa concentra 71 empresas nacionais de orgânicos sob a marca única Organics Brasil.
AGÊNCIA BRASIL
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